
Daniel Day-Lewis é barbada, em qualquer bolsa de aposta, para a temporada de premiações, que está para começar.
Não tem especialista sério que não o indique. O inglês cinquentão conduz There Will Be Blood, novo petardo de Paul Thomas Anderson, filme igualmente badalado e que só estréia em 26 de dezembro, nos EUA, e em fevereiro no Brasil, na velha estratégia dos produtores que miram o Oscar.
Day-Lewis até já levou o seu, com Meu Pé Esquerdo, de 1989, e não acho que tenha cometido um grande erro em sua carreira, apesar dos altos e baixos. Gosto até de suas performaces mais criticadas, como no subestimado A Época da Inocência (93), dirigido por Martin Scorcese.
Desde Minha Adorável Lavanderia, Day-Lewis esnoba os convites mais intuitivo. Filma a cada dois anos, em média, desde o Oscar que ganhou, e passa ao largo dos tablóides ingleses, talvez por não precisar tanto desse establishment.
Suas aparições no trailer de Paul Thomas Anderson (abaixo) já mereciam o auê todo, na fartura interpretativa de seu olhar. Aliás, a escolha pelo diretor do momento só soma pontos ao seletivo ator. Ele já saiu na frente quando aceitou o script.







