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cinema e tv

Arquivo para Outubro 22, 2007

Temporada de cortes começa cedo

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A CBS cancelou hoje o drama Viva Laughlin, sem piedade, relatou a Variety.

O drama teve dois episódios exibidos, nos últimos domingos, mas cede o lugar para o reality The Amazing Race, já no próximo fim de semana. O índice de audiência teria abreviado muito a carreira do show. No último fim de semana, fez muito feio, com 1.2 de rating entre os adultos de 18 a 49, o que mais interessa às emissoras. De uma semana para outra, a série perdeu 52% desse público e derrubou até o ibope (digo, Nilsen) da Cold Case, queridinha dos americanos, e que a seguiu na grade domingueira.

A série é a primeira a ser rimada da programação das majors, nesta temporada, e abriu a tampa do lixo para os inevitáveis cancelamentos de embustes muito maiores, como Cavemen, Carpoolers, Back To You, The Big Bang Theory, só para citar as comédias.

Entre os dramas, a especialista Rachel Thomas, do About.com, acha que o próximo a ser rifado é Life is Wild, da CW. Os internautas, em várias votações online, não vêm futuro para K-Ville e Big Shots.

1ª barbada na temporada de prêmios

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Daniel Day-Lewis é barbada, em qualquer bolsa de aposta, para a temporada de premiações, que está para começar.

Não tem especialista sério que não o indique. O inglês cinquentão conduz There Will Be Blood, novo petardo de Paul Thomas Anderson, filme igualmente badalado e que só estréia em 26 de dezembro, nos EUA, e em fevereiro no Brasil, na velha estratégia dos produtores que miram o Oscar.

Day-Lewis até já levou o seu, com Meu Pé Esquerdo, de 1989, e não acho que tenha cometido um grande erro em sua carreira, apesar dos altos e baixos. Gosto até de suas performaces mais criticadas, como no subestimado A Época da Inocência (93), dirigido por Martin Scorcese.

Desde Minha Adorável Lavanderia, Day-Lewis esnoba os convites mais intuitivo. Filma a cada dois anos, em média, desde o Oscar que ganhou, e passa ao largo dos tablóides ingleses, talvez por não precisar tanto desse establishment.

Suas aparições no trailer de Paul Thomas Anderson (abaixo) já mereciam o auê todo, na fartura interpretativa de seu olhar. Aliás, a escolha pelo diretor do momento só soma pontos ao seletivo ator. Ele já saiu na frente quando aceitou o script.